Crédito: Ian Patrick
No futevôlei, assim como em qualquer outro esporte, a prática regular de alongamento e a manutenção de uma boa mobilidade são essenciais para evitar lesões. A falta dessas práticas pode acarretar distensões musculares, tendinites e outros problemas relacionados ao esforço físico intenso. Especialmente em esportes como o futevôlei, que exigem agilidade, saltos rápidos e movimentos explosivos, a preparação física se torna fundamental para a prevenção de lesões.
Jogadores que negligenciam o aquecimento adequado antes e após as partidas estão mais suscetíveis a lesões, como apontado pelos pesquisadores Medeiros et al. (2019), que destacam a importância do preparo físico para evitar danos musculares. Muitas vezes, os atletas focam apenas no jogo em si, deixando de lado os exercícios preparatórios que são cruciais para manter o corpo em boas condições. O aquecimento adequado prepara os músculos e articulações para os movimentos exigidos durante o jogo, além de auxiliar na recuperação pós-partida.
Segundo Silva (2020), a preparação física não deve ser vista como um fator secundário, mas como um componente essencial para garantir a saúde do jogador a longo prazo. A prática de alongamento, por exemplo, ajuda a aumentar a flexibilidade, o que pode prevenir estiramentos e melhorar o desempenho nas partidas. Já os exercícios de mobilidade trabalham as articulações e favorecem a execução de movimentos mais rápidos e coordenados, reduzindo o risco de lesões.
Investir em alongamento e mobilidade não apenas melhora o desempenho do jogador, mas também proporciona um jogo mais saudável e sem dores. A recuperação adequada entre os treinos e a implementação de práticas físicas preventivas são essenciais para garantir a longevidade no esporte e evitar lesões que possam comprometer a carreira do atleta. Portanto, para quem pratica o futevôlei, o cuidado com a preparação física deve ser visto como uma prioridade, visando não apenas o resultado imediato, mas também a saúde a longo prazo.
•Agachamento seguido de salto vertical
O exercício inicia-se em pé, com os pés na largura dos ombros e o tronco ereto. O praticante realiza um agachamento, flexionando quadris e joelhos até que as coxas fiquem paralelas ao chão, mantendo o peito erguido e a coluna alinhada. A partir dessa
posição, executa uma extensão explosiva dos quadris, joelhos e tornozelos, saltando verticalmente. Na aterrissagem, amortece o impacto com uma leve flexão das pernas.
Os principais músculos recrutados são: quadríceps, glúteo máximo, isquiotibiais, panturrilhas, adutores e abdutores do quadril, além do core, que atua na estabilização e controle postural durante o movimento.
Referências:
Medeiros, A. M., et al. (2019). Lesões musculares no futevôlei: Um estudo sobre fatores de risco. Revista Brasileira de Medicina Esportiva, 25(3), 102-107.
Silva, L. R. (2020). A importância do alongamento para a prevenção de lesões em esportes de alto impacto. Journal of Sports Science, 8(4), 45-50.
Professor: Welington José Gomes Pereira
Crefito: 310.359-F
Alunos:
-Bruna Maria Galeski Santos
-Milena Pereira da Silva
-Ian Patrick Albiero Camargo
-Vitor Ruchinhaka Soares
-O artigo é de produção e responsabilidade dos estudantes do curso de fisioterapia do Centro Universitário UniDomBosco, assim como assinado acima.